O descontrole nas abordagens do Detran-DF passou de todos os limites. Em um flagrante escandaloso, uma agente pública perdeu completamente a postura ao ser cobrada pela Ordem de Serviço da operação.
Em vez de agir com o profissionalismo exigido pelo cargo, a servidora partiu para a baixaria: misturou ironia chamando o cidadão de “meu amor” com uma sequência de palavrões, mandando um sonoro “caralho que o parta” e gritando que fala o que quiser.
O cidadão tem o direito de exigir a legalidade da blitz. O agente público tem o dever de manter o respeito e a urbanidade.









