O descontrole da agente de trânsito Luciana Borges da Costa Marinho, do Detran-DF, ganhou um novo e bombástico capítulo. Se o sonoro “vá pedir a ordem de serviço no caralho que o parta” já tinha deixado os cidadãos de queixo caído, a “fofura” da servidora não parou por aí.
Novos desdobramentos do caso revelam que a agente levou o conceito de “atendimento ao público” a um patamar nunca antes visto na história da autarquia. Após mandar o advogado Eduardo Vinícius Lopes de Castro procurar a Ordem de Serviço da blitz em lugares anatomicamente impossíveis, ela resolveu atualizar o vocabulário de ofensas.
Enquanto o advogado conversava reservadamente com um policial militar na tentativa de acalmar os ânimos, a servidora brotou ao lado dos dois e disparou: “Ah, vá se fuder, vá se fuder!”. Tudo isso, claro, na frente da Polícia Militar, que testemunhou o show de simpatia.

A reação do advogado veio na mesma proporção do estoque de palavrões da agente. Ele formalizou uma queixa por injúria na Polícia Civil e acionou a 7ª Vara da Fazenda Pública com uma Ação Popular exigindo o afastamento imediato da servidora das ruas. Pelo visto, o Detran-DF vai ter que explicar se o novo manual de abordagem padrão agora inclui o “kit baixaria completo” pago com o imposto do contribuinte.









