Em resposta aos questionamentos enviados por A Voz dos Praças sobre a falta de glicosímetros para substituir aparelhos que deixam de funcionar nas unidades operacionais, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) encaminhou uma nota oficial que mais pareceu uma tentativa de contornar o problema do que esclarecê-lo.
Das 11 perguntas formuladas pela reportagem para dimensionar a situação dos equipamentos na corporação, o Comando limitou-se a informar que está prevista para o segundo semestre deste ano a entrega de 102 glicosímetros digitais.

O CBMDF deixou sem resposta questões centrais, como quais unidades operacionais dispõem atualmente dos equipamentos, se existe estoque de reserva para substituição imediata, qual é o déficit real de glicosímetros na corporação e se a ausência do aparelho pode comprometer o atendimento e o diagnóstico de pacientes em situações de emergência.
O Comando, ao tentar contornar a denúncia sobre a escassez imediata enfrentada pela tropa, acabou por confirmá-la. Afinal, se a corporação precisará receber 102 novos glicosímetros nos próximos meses, é porque as unidades não dispõem hoje de equipamentos suficientes para atender a população.









