A violenta disputa pelo controle do MDB no Distrito Federal, que já havia rompido a barreira do debate político e migrado para o campo das ofensas pessoais, ameaças veladas e intimidações públicas, ganha agora um capítulo capaz de expor o nível de maturidade de um dos protagonistas dessa guerra interna.
Chegou ao conhecimento do A Voz dos Praças um conjunto de conteúdos estarrecedores, todos formalmente registrados em ata notarial — para que ninguém alegue montagem, edição ou invenção —, escancarando um comportamento que faz parecer que um dos integrantes do MDB-DF envolvidos no recente pedido de intervenção partidária é apenas um adolescente revoltado e com muito tempo livre no WhatsApp.
Longe da postura institucional que o cargo exige, as mensagens — dirigidas contra um crítico em dezembro de 2025 — trazem um festival de insultos, provocações financeiras, humilhações familiares, além do envio de mídias de teor sexual explícito e figurinhas de caráter homofóbico.

A esta altura, a pergunta já não é se as mensagens existem, porque elas estão formalmente registradas. A verdadeira questão é outra: qual dos protagonistas da disputa pelo controle do MDB-DF é o autor desse comportamento? Em breve, os leitores terão a resposta.









