O clima esquentou na Polícia Civil do Distrito Federal após uma declaração do diretor de Comunicação do Sinpol-DF, Talles Murilo Lopes de Sousa. Em um grupo de WhatsApp, o dirigente sindical usou termos como “dinossauro” e “ultrapassado” para atacar um policial veterano da ativa, além de questionar o direito do servidor de realizar o Serviço Voluntário Gratificado (SVG).
O ataque gerou revolta imediata e provocou uma reação institucional pesada da 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho), onde o ofendido é lotado. Em uma nota de repúdio contundente, os policiais da unidade saíram em defesa do colega e acusaram a própria representação sindical de promover o etarismo, a divisão e o desrespeito contra quem dedicou a vida à segurança do DF.

A denúncia expõe uma fratura exposta entre a base da categoria e a atual diretoria do sindicato, que agora é cobrada publicamente por manter em seu quadro um “Comunicador” que foi capaz de transformar a ferramenta de defesa da categoria em um microfone de humilhação contra os próprios policiais.









