Após permitir que Ibaneis Rocha e seu padrinho político, Ciro Nogueira, transformassem o BRB em um balcão de interesses privados e mergulhassem o banco em um rombo bilionário, Celina Leão agora prepara o movimento mais brutal de todo o escândalo: usar o sustento do policial para pagar a conta da corrupção e do saque institucional que destruíram o banco público.
Transformaram o BRB em um centro de negócios escusos e, agora que a conta chegou, querem avançar diretamente no bolso da tropa, colocando o Fundo Constitucional como garantia da operação que o governo tenta fechar junto ao Tesouro Nacional para socorrer o banco.
Isso não é gestão. É confisco institucionalizado.
Se o BRB não honrar o compromisso — e com esse rombo, difícil acreditar que irá honrar — a União poderá reter recursos diretamente da fonte. É o seu salário servindo de escudo para político ladrão.
Saquearam o BRB e agora tentam um golpe de mestre para não serem responsabilizados. Querem empurrar para a tropa o custo do luxo e dos esquemas ligados ao Progressistas, partido comandado por Celina Leão no DF.
Eles destruíram o banco e agora querem que o policial pague a conta.
A tentativa de usar o Fundo Constitucional como garantia escancara o tamanho da perversidade de Celina Leão: enquanto os responsáveis pelo rombo seguem protegidos nos gabinetes, o governo prepara uma operação que coloca em risco justamente o dinheiro de quem sustenta a segurança pública do DF.
O policial não pode aceitar virar seguro financeiro de político que afundou banco público.









