A deputada federal Erika Kokay entrou na discussão da medida provisória do reajuste das forças de segurança do Distrito Federal defendendo mais três pontos imediatos:
- auxílio-moradia isonômico;
- Serviço Voluntário Indenizável; e
- revisão de expulsões.
A fala não trata só de aumento.
Erika defende que o Serviço Voluntário Gratificado deixe de sofrer incidência de imposto, passando a ser tratado como verba indenizatória — o que aumenta o valor líquido recebido pelos policiais e bombeiros.
Também aponta distorção no auxílio-moradia, hoje estruturado de forma a penalizar quem possui dependentes.
Mas é no terceiro ponto que a fala pesa.
A deputada levanta a necessidade de reavaliar casos de policiais desligados da corporação sem direito de defesa, defendendo uma segunda chance para esses profissionais.
A proposta surge dentro da comissão que discute a Medida Provisória nº 1.326/2025 e amplia o debate: o que era reajuste passa a incluir temas que a tropa cobra há anos — imposto sobre o SVG, falhas no auxílio e expulsões sem contraditório.
A discussão avança e a tropa conta com essa aliada.



