O castelo caiu para o ex-diretor do Complexo Penitenciário da Papuda. Mayk Steve Richter Nobre virou réu na Justiça do DF por usar o cargo para encurralar e assediar sexualmente uma policial penal subordinada.
O Ministério Público foi para cima ao concluir que não foi um "episódio isolado", apontando que Mayk Steve atacou a servidora pelo menos três vezes com assédio sexual e mais três vezes com constrangimento ilegal.
A denúncia é pesada e afirmou que o então diretor usou a superioridade hierárquica para tratar uma colega de farda como "objeto sexual" dentro da unidade prisional. Nos autos, consta que a vítima recusou e rechaçou todas as investidas, classificadas pelo órgão como condutas “covardes e machistas”.

A servidora ainda enfrentou o veneno do ambiente de trabalho. Com a repercussão dos fatos, ela passou a ser rotulada injustamente como "amante" do investigado, vivendo um estado de total insegurança e vulnerabilidade.
Além da condenção criminal, o MP também pede R$ 50 mil de indenização. E quem deveria zelar pela lei dentro do presídio, agora vai ter que se explicar diante dela.









