A apuração gira em torno de um possível vazamento de informações sigilosas, que teria ocorrido cerca de 50 horas antes da deflagração da operação realizada em 12 de março de 2026, que investiga um esquema de desvio de R$ 46 milhões na Secretaria de Educação do DF.
No momento em que a ação foi deflagrada, Hermeto não estava em sua residência, um dos alvos da diligência.
Mas não é só isso.
Nos dias que antecederam a operação, moradores relatam um movimento incomum na casa do parlamentar: entra e sai constante e retirada de diversas caixas do local.
A sequência levanta uma linha clara de investigação.
Se confirmado, o caso deixa de ser uma irregularidade pontual e passa a configurar possível interferência em ação policial — com impacto direto na credibilidade das instituições e na eficácia das investigações.
Nos bastidores, a suspeita é direta: outro parlamentar pode ter avisado — e por quê?



