O Colégio Militar Dom Pedro II (CMDP II), administrado pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, voltou a ser alvo de questionamentos. Desta vez, um monitor da instituição é acusado de ameaçar um aluno de apenas 7 anos de idade, diagnosticado com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
Segundo relato da mãe da criança, após um episódio de desregulação emocional ocorrido dentro da escola, o servidor teria abordado o menor nos corredores da unidade e se utilizado de sua posição de autoridade para intimidá-lo, afirmando que “faria de tudo para que ele saísse da escola”.
O caso, que supostamente ocorreu após a acolhida do dia 20 de maio de 2026, foi formalmente registrado pela mãe do menor por meio de Boletim de Ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia da Asa Sul. Os fatos encontram-se sob apuração das autoridades competentes.

Se confirmados os fatos, o episódio se somará a uma série de outras polêmicas recentes envolvendo o CMDP II, como denúncias de suposta doutrinação ideológica, o caso de um aluno que sofreu perfuração na córnea e precisou passar por cirurgia de emergência, além do relato de um estudante de 10 anos agredido durante a acolhida escolar.









